Sistema Financeiro Nacional e a Economia Verde

Estudos do GVces e FEBRABAN analisam caminhos para alavancar a transição do Brasil para uma economia de baixo carbono. Acesse as publicações, faça download, compartilhe! 25/11/2015
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O Sistema Financeiro Nacional e a Economia Verde: Mensurando Recursos Financeiros Alocados na Economia Verde

Em 2014, a FEBRABAN e o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (GVces) analisaram os caminhos possíveis para se alavancar a transição para uma Economia Verde no Brasil, por meio do Setor Financeiro Nacional.

Como resultado dessa parceria, foi publicado em abril de 2015 um relatório que apresenta, entre outros temas, o volume de recursos alocados pelo Setor Financeiro na Economia Verde em 31/12/2013. A partir do aprofundamento dessa análise realizada, o presente estudo possui o objetivo de propor uma metodologia para identificação dos recursos do Sistema Financeiro Nacional (SFN) para a Economia Verde (EV) – segundo definição da UNEP (United Nations Environmental Programme). O escopo de análise foi expandido, incluindo os montantes alocados em setores potencialmente causadores de impacto ambiental, que são setores com potenciais impactos positivos e/ou negativos, e que em ambos os casos, a gestão de risco socioambiental é fundamental, seja para minimizar impactos negativos ou potencializar impactos positivos. 

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Green Bonds

O estudo visa contribuir para a discussão sobre as oportunidades e os limites para o desenvolvimento de um mercado de Green Bonds no Brasil, a exemplo da experiência internacional. 

A pesquisa contou com revisão bibliográfica, entrevistas com participantes internacionais do mercado de Green Bonds e com organizações no Brasil envolvidas com mercado de capitais, reflexões com membros da FEBRABAN participantes do Grupo de Trabalho organizado e reflexões da equipe GVces.

A primeira parte do relatório apresenta as características de Green Bonds, de acordo com o observado no mercado internacional, a segunda discute as características do mercado brasileiro de dívida corporativa e os desafios para se desenvolver, no Brasil, um mercado para títulos verdes seguindo a experiência internacional. A terceira parte traz as conclusões e propostas para o desenvolvimento desse mercado no Brasil.

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Cotas de Reserva Ambiental (CRA)

O estudo visa contribuir para a discussão sobre as oportunidades e os limites para que as Cotas de Reserva Ambiental (CRAs) possam se configurar como valores mobiliários ofertados publicamente, atraindo o interesse de investidores que não estejam direta e operacionalmente interessados em compensar déficit de Reserva Legal. 

São apresentadas experiências internacionais de desenvolvimento de mercados com fins ambientais, mas sugere-se maior aprofundamento em estudos posteriores para que o aprendizado ocorrido nesses outros mercados possa oferecer subsídios ao processo de reflexão de políticas públicas envolvendo esse tema no Brasil. Historicamente no Brasil, a conciliação da atividade produtiva do agronegócio com aumento da cobertura vegetal no Brasil tem sido um desafio econômico. É preciso desenvolver mecanismos financeiros que viabilizem a convergência dessas duas agendas e que considerem aspectos ambientais nos mecanismos de formação de preços. As CRAs representam uma importante oportunidade de atrair capital privado, em larga escala, para o agronegócio e para a agenda florestal e de serviços ecossistêmicos brasileira. Outros países avançaram em agendas com desafios semelhantes, trazendo os mercados financeiros como parceiros. 

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O Sistema Financeiro Nacional e a Economia Verde: Alinhamento ao Desenvolvimento Sustentável

Esta é a primeira publicação lançada pelo GVces e pela FEBRABAN no contexto da iniciativa do PNUMA sobre economia verde. Ela reúne três estudos. O primeiro examina os ambientes legislativo e regulatório, e as políticas públicas que tratam dos temas socioambientais relativos ao setor financeiro. O segundo estudo apresenta um primeiro levantamento dos volumes já alocados pelo setor financeiro para a Economia Verde e propõe uma metodologia para identificar e monitorar este fluxo de recursos. O terceiro examina dois importantes segmentos da economia brasileira e seu processo de transição para a Economia Verde, as energias renováveis e a agropecuária.

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